Celta Contabilidade
Escritório Celta Contabilidade
CRCMG 4304 • Tradição e Excelência desde 1973

Gestão contábil e inteligência tributária para acelerar o seu negócio.

Há mais de 50 anos transformamos complexidade fiscal em segurança estratégica. Unimos a tradição do atendimento humano em Minas Gerais à inovação digital para reduzir custos e proteger seu patrimônio.

Planejamento Tributário Avançado
BPO Financeiro e Gestão de DP
Segurança e Conformidade Fiscal
Abertura e Legalização Express
50+ Anos de mercado em MG
100% de Conformidade Fiscal
Nossas Especialidades

Soluções completas para cada fase do seu negócio

Da abertura à gestão contínua, nossa estrutura especializada garante a tranquilidade e a eficiência que sua empresa precisa para crescer.

Fiscal

Gestão estratégica de tributos, escrituração fiscal e emissão de impostos para garantir conformidade e otimizar a carga tributária do seu negócio.

Contábil

Elaboração de demonstrações financeiras, balanços e relatórios gerenciais indispensáveis para tomadas de decisão seguras e alta performance.

Pessoal

Admissão, folha de pagamento e gestão completa de obrigações trabalhistas, cuidando do seu capital humano com segurança jurídica.

Legalização

Abertura, alteração e regularização de empresas. Mantemos sua operação atualizada diante das constantes mudanças na legislação.

Celta Contabilidade

+52

Anos no mercado

Tradição e confiabilidade contábil

+400

Empresas atendidas

Parcerias de sucesso e crescimento

98%

Retenção de clientes

Satisfação e parceria contínua

< 24h

Tempo de resposta

Suporte ágil e atencioso

Equipe de contadores da Celta reunida discutindo relatórios financeiros
Sobre a Celta

Mais que uma contabilidade, um parceiro para o seu crescimento

Há mais de 53 anos ajudamos empresas a manter suas finanças organizadas e em dia com o fisco. Combinamos experiência, tecnologia e um atendimento realmente próximo para que você tenha tranquilidade e clareza nas decisões.

  • Atendimento humano e consultivo, sem robôs
  • Contadores especialistas por área de atuação
  • Tecnologia e portal digital para acompanhar tudo online
  • Total transparência em prazos, custos e obrigações
Informativos Oficiais

Ultimas notícias

Ver todas as notícias
MTE recebe 4,3 mil denúncias de assédio eleitoral no trabalho em três diasNotícias

MTE recebe 4,3 mil denúncias de assédio eleitoral no trabalho em três dias

Urna eletrônica eleições mulher Tribunal Superior Eleitoral/TSE O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) recebeu 4.305 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho entre quarta-feira (28) e sexta-feira (30). Os registros foram feitos nos três primeiros dias de funcionamento de um canal específico para esse tipo de ocorrência. A região Sudeste concentra quase metade das denúncias, com 2.087 registros, o equivalente a 48,5% do total. São Paulo lidera o ranking nacional, com 1.325 manifestações, seguido pelo Rio de Janeiro (354) e por Minas Gerais (345). Os dados foram divulgados pelo Ministério neste sábado (31). Segundo a pasta, as denúncias estão em análise pela Auditoria Fiscal do Trabalho, responsável por avaliar os relatos e apurar possíveis irregularidades. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O aumento ocorre em meio a uma nova onda de publicações nas redes sociais que incentivam a demissão e a recusa de contratação de trabalhadores por preferência política, além de promover listas de boicote a empresas supostamente apoiadoras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito no domingo (25). Em resposta, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, anunciou nesta quarta-feira (28) uma força-tarefa nacional para fiscalizar denúncias de ameaças de demissão, perseguição e outras formas de assédio eleitoral contra trabalhadores. ➡️ O assédio eleitoral no trabalho ocorre quando o empregador tenta influenciar o voto do funcionário por meio de ameaças, como perda do emprego, redução salarial ou rebaixamento de cargo, ou promove atividades políticas, como distribuição de santinhos e eventos, no ambiente de trabalho. O registro de uma denúncia, porém, não significa que o assédio eleitoral tenha sido comprovado. Os casos precisam passar por investigação para verificar se houve constrangimento, ameaça ou discriminação de trabalhadores por suas escolhas políticas. Na distribuição por regiões, depois do Sudeste aparecem o Nordeste, com 784 denúncias, e o Sul, com 757. O Centro-Oeste registrou 378 manifestações, enquanto o Norte contabilizou 299. (veja abaixo) Sudeste: 2.087 denúncias (48,5%) Nordeste: 784 denúncias (18,2%) Sul: 757 denúncias (17,6%) Centro-Oeste: 378 denúncias (8,8%) Norte: 299 denúncias (6,9%) Além de São Paulo, os estados com mais registros são Paraná (268) e Santa Catarina (259). Juntos, os cinco estados com maior número de denúncias concentram 59,2% do total recebido pelo MTE. (veja abaixo) São Paulo (SP): 1.325 Rio de Janeiro (RJ): 354 Minas Gerais (MG): 345 Paraná (PR): 268 Santa Catarina (SC): 259 Rio Grande do Sul (RS): 230 Ceará (CE): 172 Bahia (BA): 169 Goiás (GO): 143 Pernambuco (PE): 137 Pará (PA): 130 Maranhão (MA): 99 Mato Grosso (MT): 93 Distrito Federal (DF): 91 Espírito Santo (ES): 63 Rio Grande do Norte (RN): 63 Amazonas (AM): 52 Mato Grosso do Sul (MS): 51 Alagoas (AL): 50 Paraíba (PB): 42 Piauí (PI): 30 Acre (AC): 29 Rondônia (RO): 29 Amapá (AP): 25 Sergipe (SE): 22 Roraima (RR): 17 Tocantins (TO): 17 O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o governo está atento às ocorrências e que empregadores não podem utilizar sua posição ou poder econômico para interferir na decisão dos funcionários. “Não podemos admitir que trabalhadores e trabalhadoras sejam ameaçados, constrangidos ou discriminados por suas escolhas políticas. O voto é livre e secreto, e nenhum empregador pode usar sua posição para interferir na decisão de seus empregados”, declarou em nota. Relatos de assédio eleitoral crescem após 2º turno Fiscalização e possíveis punições A Auditoria Fiscal do Trabalho já realiza ações de fiscalização para verificar as situações relatadas. Quando identifica práticas de assédio ou discriminação, o órgão pode lavrar autos de infração e encaminhar informações a outras instituições públicas. Segundo o secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Henrique, os casos identificados também podem ser comunicados a órgãos como o Banco Central, para que sejam avaliadas medidas relacionadas à concessão de financiamentos e empréstimos. O Ministério também estuda criar uma ferramenta de transparência para divulgar casos de assédio eleitoral no ambiente de trabalho. A proposta poderá seguir modelo semelhante ao da lista de empregadores responsabilizados por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão. Governo anuncia medidas contra assédio eleitoral O MTE e outros órgãos públicos anunciaram medidas conjuntas para prevenir e combater o assédio eleitoral nas empresas. A iniciativa reúne o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Entre as ações previstas estão medidas para retirar da internet conteúdos que promovam perseguição ou discriminação por motivação política. Para isso, plataformas digitais, como Google e Meta, poderão receber notificações com base em orientações técnicas da AGU. A Carteira de Trabalho Digital também está sendo utilizada para informar os trabalhadores sobre seus direitos e os canais disponíveis para registrar denúncias. As orientações são enviadas por notificações diretamente aos usuários do aplicativo. (veja abaixo) Print de mensagem do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) sobre assédio eleitoral Reprodução/Redes Sociais O trabalhador pode denunciar? Como fazer? Trabalhadores que sofrerem ou presenciarem situações de assédio eleitoral ou discriminação por motivação política no ambiente de trabalho podem registrar denúncias de forma anônima. Para facilitar a apuração, é importante fornecer o máximo possível de informações, como o nome da empresa, as pessoas envolvidas, o local, a data e a descrição dos fatos. Também podem ser anexados documentos e evidências, como mensagens, e-mails, fotos e vídeos. As denúncias são sigilosas e encaminhadas aos órgãos competentes, responsáveis por analisar os relatos, investigar possíveis irregularidades e adotar as medidas cabíveis para proteger os direitos dos trabalhadores. Dependendo da situação, os registros também podem ser encaminhados à Justiça Eleitoral ou ao Ministério Público Eleitoral (MPE), especialmente quando houver indícios de crime eleitoral. Veja os principais canais: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE): recebe denúncias por meio do canal https://assedioeleitoral.trabalho.gov.br/ Ministério Público do Trabalho (MPT): recebe denúncias de irregularidades trabalhistas pelo site do órgão e pelo aplicativo Pardal MPT. Justiça do Trabalho: o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e os Tribunais Regionais do Trabalho possuem canais de atendimento e ouvidorias para receber relatos relacionados ao tema. Centrais sindicais: disponibilizam canal para denúncias de pressões políticas, demissões ou cortes de benefícios relacionados à escolha eleitoral. Ministério Público Eleitoral (MPE): pode ser acionado em situações que envolvam possíveis crimes ou irregularidades eleitorais. Sindicato: o sindicato da categoria também pode receber denúncias e orientar o trabalhador sobre seus direitos. Canal de Denúncias para Inspeção do Trabalho: canal online do Ministério do Trabalho para denúncias trabalhistas; Fala.br: plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação da Controladoria-Geral da União; Central Alô Trabalho: o número 158 funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília). A ligação gratuita de qualquer telefone fixo, mas chamadas por celular serão cobradas; Superintendências Regionais do Trabalho: são responsáveis por executar, supervisionar e monitorar ações relacionadas a políticas públicas de trabalho nos estados; Disque 100: Serviço gratuito e disponível 24 horas por dia, o disque 100 recebe denúncias de violações de direitos humanos, inclusive assédio moral no trabalho.

Ler matéria completa
Chilli Beans entra com pedido de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 340 milhões em dívidasNotícias

Chilli Beans entra com pedido de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 340 milhões em dívidas

Chilli beans divulgação A Chilli Beans, rede brasileira de óculos e relógios, entrou com um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 340 milhões em dívidas bancárias. O plano, alinhado com os principais credores da companhia, prevê novos prazos e condições de pagamento, além de um aporte de até R$ 50 milhões para financiar a reestruturação do negócio. (entenda como funciona a recuperação extrajudicial) 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo a empresa, as dívidas com fornecedores, funcionários e demais parceiros não estão incluídas no plano. A negociação envolve os débitos financeiros da companhia com instituições bancárias. Itaú, Akron e Vega atuam como financiadores âncoras e coordenam a injeção dos novos recursos. De acordo com a Chilli Beans, o aporte será realizado pelos próprios credores e tem como objetivo fortalecer o processo de reestruturação iniciado nos últimos meses. Em comunicado enviado ao g1, o fundador e CEO da empresa, Caito Maia, afirmou que o varejo brasileiro atravessa um período desafiador. "Passamos por um momento difícil, mas saímos ainda mais fortes e conscientes do que representamos para milhares de consumidores e centenas de parceiros", disse. Como funciona a recuperação extrajudicial Na recuperação extrajudicial, a empresa negocia diretamente com seus credores para tentar reorganizar as dívidas e estabelecer novas condições de pagamento. Depois de chegar a um acordo, a companhia apresenta o plano à Justiça para homologação. O mecanismo permite que empresas renegociem seus compromissos financeiros sem passar pelo processo de recuperação judicial. O plano pode abranger grupos específicos de credores, conforme as condições previstas na legislação. No caso da Chilli Beans, a renegociação busca adequar a estrutura de capital da empresa à situação atual do negócio. "Entendemos que a renegociação com credores permitirá à companhia readequar sua estrutura de capital à realidade atual do negócio, criando condições para que possa concentrar seus esforços na operação, fortalecer sua relação com franqueados e fornecedores e retomar uma trajetória de crescimento sustentável", afirmou Felipe Casotti, sócio da Akron Capital.

Ler matéria completa
Binance diz ter coberto 90% das perdas após ataque hacker de mais de US$ 6 bilhõesNotícias

Binance diz ter coberto 90% das perdas após ataque hacker de mais de US$ 6 bilhões

Binance promete cobrir prejuízo de investidores após roubo bilionário de hackers A corretora de criptomoedas Binance, alvo de um ataque hacker que resultou no roubo de mais de US$ 6 bilhões, anunciou neste sábado (31) que já conseguiu cobrir 90% do valor das perdas. A empresa afirmou que usará recursos próprios para compensar os prejuízos e garantir que os clientes não sejam afetados financeiramente. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo a Binance, dez criptomoedas, incluindo bitcoin (BTC) e ether (ETH), já estão com seus valores totalmente cobertos. A corretora informou que continuará comprando os demais ativos até repor 100% do valor roubado. Os 10% restantes correspondem a criptomoedas menos negociadas no mercado, o que dificulta a compra de grandes quantidades e pode atrasar a reposição. "Nosso compromisso permanece o mesmo: a Binance cobrirá integralmente o impacto financeiro dos fundos roubados neste incidente", declarou a corretora em comunicado. Como a Binance pretende cobrir as perdas? Para compensar os prejuízos, a Binance informou que está utilizando recursos de um fundo de emergência criado para proteger os clientes, parte de um fundo de seguro destinado a operações com criptomoedas, além do dinheiro do próprio caixa da empresa. Entre esses recursos está o Fundo de Ativos Seguros para Usuários (SAFU), criado em 2018 para proteger investidores em situações excepcionais, como ataques hackers. A corretora pretende recompor seu saldo para aproximadamente US$ 1 bilhão. A empresa também utilizou parte de um fundo de seguro para operações com criptomoedas, afirmando que a retirada não compromete a proteção dos investidores. Segundo a Binance, a partir de terça-feira (3), os clientes poderão conferir se a corretora possui recursos suficientes para garantir o valor total de suas criptomoedas. A verificação deve ser concluída na mesma data. A previsão é que os saques sejam liberados neste domingo (1º), após a suspensão temporária do serviço em decorrência do ataque hacker. Entenda o ataque hacker à Binance O ataque à Binance ocorreu na quinta-feira (29) e é considerado o maior roubo já registrado na história do setor de criptomoedas. Segundo as empresas americanas TRM Labs e Chainalysis, especializadas em rastrear movimentações de criptomoedas, os responsáveis seriam hackers ligados à Coreia do Norte. A Binance, porém, afirmou que sua investigação ainda não identificou os criminosos. De acordo com a Reuters, a corretora está trabalhando com autoridades policiais de diferentes países, incluindo o Departamento Federal de Investigação (FBI, na sigla em inglês) e o Serviço Secreto dos Estados Unidos (USSS). Até sexta-feira (30), cerca de US$ 3 bilhões (R$ 16,2 bilhões) em criptomoedas roubadas haviam sido localizados. Parte desses recursos foi bloqueada com a ajuda de outras empresas do setor, mas isso não significa que o dinheiro tenha sido recuperado. Inicialmente, a Binance suspeitou que o ataque tivesse começado pelo computador de um de seus engenheiros. O equipamento teria sido invadido, permitindo que os hackers acessassem os sistemas da empresa. Posteriormente, a corretora informou que identificou outras possíveis falhas de segurança exploradas pelos criminosos. (veja mais aqui) Segundo a TRM Labs, os invasores conseguiram comprometer o sistema responsável por autorizar transferências de criptomoedas. A maior parte do roubo aconteceu em aproximadamente 20 minutos, por volta das 17h (horário de Brasília), segundo registros das transações analisados por especialistas. Após o desvio, os criminosos começaram a movimentar rapidamente os recursos para dificultar o bloqueio e o rastreamento do dinheiro. Criptomoedas voltam a subir Neste sábado (31), o Bitcoin voltou a subir, após a queda generalizada das criptomoedas na sexta-feira (30), atribuída ao ataque hacker à Binance. Por volta das 12h, o Bitcoin registrava leve alta de 0,22%, cotado a US$ 77.430. O ether, criptomoeda da rede Ethereum, avançava 0,44%, a US$ 2.247,99, enquanto a solana subia 1,25%, a US$ 95,77. O logotipo da Binance é visto em um smartphone, em 28 de fevereiro de 2023, em Marple Township, Pensilvânia. Matt Slocum/AP

Ler matéria completa